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29 de novembro de 2016

LOMBOCIATALGIA


          A lombociatalgia, caracterizada pelo estreitamento do canal vertebral das vértebras lombares é uma patologia de difícil diagnóstico e muito fácil de ser confundida com hérnia de disco, síndrome do piriforme ou mesmo artrose discal por causa da localização de certa forma complexa por onde passam importantes ramificações nervosas. A “Dor do Ciático” é aquela causada por uma compressão de sua raiz nervosa, localizada na região lombar (L3 e L4 e L5 e S1), na maioria das vezes causada por uma hérnia discal
          A hérnia discal mais freqüente, em L5-S1, é o responsável pela grande maioria das lombociatalgias. Outros fatores podem, também, determinar compressão radicular, como tumores, processos inflamatórios, osteófitos, etc. A articulação sacro-lombar, entre a L5 e S1 é o ponto equilíbrio do corpo humano. Assimetrias do quadril costumam ser responsável por diversos problemas desde o pé até o pescoço em função de esta importante articulação fazer parte de uma cadeia cinética fechada.


  
A má postura na posição ortostática, na marcha, ao se sentar, nas atividades físicas e diárias e durante o repouso produz desequilíbrios músculos-articulares que constituem a mais freqüente causa de dor. 



Ao lado da cefaléia, a dor lombar talvez seja a queixa mais freqüente na prática médica. Em ambas, a dor tem localização lombar ou sacra lombar, quase sempre bilateral, mas predominando em um dos lados.


           Na lombalgia é comum a dor não apresentar irradiação importante, enquanto na lombociatalgia ela se irradia para a nádega e face posterior da coxa, podendo estender-se até o pé. A intensidade da dor é variável, desde uma sensação de desconforto até uma dor lancinante e a movimentação da coluna agrava a dor. Quase sempre há transtorno funcional, impedindo o paciente de trabalhar, recostar ou deitar. Em alguns casos há completo bloqueio funcional, ficando o paciente numa posição rígida, sem condições de exercer qualquer atividade. A dor pode ser aguda, desencadeada por um esforço físico (levantar um peso, por exemplo) ou surgir gradativamente. É comum a presença de rigidez matinal que melhora com a movimentação. Mudanças de posição, o ato de sentar, deambulação, tosse, espirro e pequenos esforços provocam dor. Observa-se limitação da mobilidade da coluna, dor à palpação da região lombar, podendo haver uma área extremamente sensível. A compressão da região lombar pode despertar dor pelo trajeto do nervo ciático, sendo ele em região de nádegas, coxa perna e pé.
As lombociatalgias são ocasionadas por processos inflamatórios, degenerativos, por alterações da mecânica da coluna vertebral, malformações e sobrecarga da musculatura lombar.
Admite-se que a principal causa da lombociatalgia seja uma alteração do disco intervertebral, que se tornaria incapaz de amortecer as cargas que lhe são transmitidas. Mas sabendo que a parte central do disco não possui inervação sensitiva, admite-se que a dor só surge quando as alterações discais atingem as lamelas superficiais e o ligamento posterior, estruturas ricamente inervadas.
          Quando ocorre herniação do disco, a raiz nervosa comprimida é que dá origem a dor, a qual adquire, então, as características de uma síndrome radicular.
 
Nos casos de lombociatalgias ou síndrome ciática, deve-se pensar em primeiro lugar em hérnia de disco intervertebral.


As lombociatalgias por hérnia discal compreendem as seguintes variedades:

          Raiz L4 (disco herniado entre L3 e L4) – Dor na região lombar, face posterior da coxa, face medial da perna. Parestesia na região medial do joelho ou do pé. Deficiência do movimento de inversão do pé. Diminuição ou abolição do reflexo patelar.

          Raiz L5 (disco herniado entre L4 e L5) – Dor lombar, na face posterior da coxa, face lateral da perna e região maleolar externa. Parestesias no dorso do pé e hálux. Déficit motor na flexão do pé. Reflexos normais.

         Raiz S1 (disco herniado entre L5 e S1) – Dor lombar, na face posterior da coxa, face posterior de perna e calcanhar. Parestesias na borda lateral do pé e dois últimos pododáctilos. Déficit motor na flexão plantar do pé. Diminuição ou abolição do reflexo aquileu.



         A rigidez pós-repouso, geralmente matinal, costuma ocorrer tanto nas doenças inflamatórias como nas degenerativas. Há, contudo, uma diferença que merece ser destacada. A rigidez de origem inflamatória é mais persistente, ou seja, o paciente se levanta com dor e rigidez na coluna que persiste por tempo prolongado, enquanto nos processos degenerativos o paciente pode levanta-se com rigidez, mas este é fugaz, passageira, logo desaparecendo.

Causas:
· Espondiloartrose;
· Protusão Discal;
· Hérnia de Disco;

Quadro Clínico:
· Dor local, sendo aumentada com a palpação;
· Dor irradiada para o membro ou membros inferiores e pés;
· Parestesia do local ou do membro ou membros inferiores e pés;
· Dor durante repouso e em movimento;
· Hipotrofia e Hipotonia;
· Arco de Movimento Incompleto, incapacidade de movimento devido à dor;
· Alteração da biomecânica da coluna lombar, aparecimento de outras patologias tal como escoliose, hiperlordose e etc.;

Avaliação Fisioterapêutica:
     · Anamnese;
     · Exame Físico:
     · Inspeção: observar postura, marcha, coloração da pele, cicatriz;
     · Palpação: visa observação da tensão muscular;
     · Teste Articular e Muscular para coluna lombar e membro inferior;
     · Teste de Laségue: utiliza-se para observar se há compressão de raiz nervosa. O Fisioterapeuta realizará passivamente uma flexão de coxo-femural e aos 30/45 graus desta posição o paciente pode referir dor, dormência (parestesia), caracterizando uma compressão radicular.
· Perimetria;
· Sensibilidade (tátil, térmica e dolorosa);
· Reflexos;

Diagnóstico:
Radiografia (Raio X), são evidenciados no exame:
· Escoliose;
· Diferença de comprimento dos membros, que predispõe a escoliose;
· Alterações das sacro-ilíacas;
· Hiperlordose lombar;
· Sacro horizontalizado;
· Diminuição acentuada do espaço entre L5 e S1;
· Espondilólise;
· Espondilolistese;

Objetivos do Tratamento:
· Abolir ou diminuir a dor o mais rápido possível;
· Melhorar ou manter a ADM (Amplitude De Movimento);
· Normalizar tensão muscular, proporcionar relaxamento da musculatura;
· Normalizar o trofismo;
· Normalizar a força muscular através de exercícios;
· Abolir parestesia com descompressão das raízes nervosas;
· Normalizar a marcha com a exclusão da dor;

Tratamento Fisioterapêutico Proposto:
· T.E.N.S.;
· Ondas Curtas pulsado na fase aguda e continuo na fase crônica;
· Crioterapia deve ser realizado duas vezes ao dia por vinte minutos;
· Calor Superficial, melhorando assim o metabolismo local;
· Massagem Relaxante poderá ser realizada sem a presença de dor;
· Hidroterapia é indicada, pois dentro da água não tem compressão entre as vértebras, facilitando assim a realização de alguns exercícios;
· Repouso é necessário;
· Cinesioterapia é indicada para o restabelecimento da musculatura, atuando também na prevenção de futuras complicações, como:
         - Exercícios de alongamento da Coluna Lombar;
         - Exercícios de Báscula Pélvica;
         - Exercício de fortalecimento dos abdominais;
         - Exercício de alongamento dos Ísquios-tibiais;
         - Exercícios de alongamento do Tendão de Aquiles;
         - Exercícios de alongamento dos flexores de quadril;

           A coluna vertebral é a estrutura de sustentação da parte superior do corpo humano, responsável pela mobilidade da porção superior do tronco. A estabilidade dessa estrutura pode ser rompida por acidentes e situações, como quedas, sobrecarga, atitude postural, colisão, etc, que atingem principalmente a saúde, que solicita de forma anormal a coluna vertebral, acarretando para si os riscos de uma lombalgia e lombociatalgia.
          Como vimos ao longo deste, tais patologias costumam ser decorrentes de sete mecanismos principais e apresenta uma ordem de freqüência variada, sendo mais comum a lombalgia por fadiga da musculatura paravertebral, freqüente em indivíduos que adotam uma postura inadequada durante a realização de suas atividades. A Fisioterapia aplica soluções diferenciadas, visando ensinar o indivíduo como manter de forma sadia a sua estrutura vertebral a fim de evitar-lhe danos algumas vezes de tratamento prolongado ou até mesmo irremediáveis
Fonte :http://fisioterapianota10.blogspot.pt/

Uncartroses dores e mais dores

Bom dia, o meu ano de 2016 tem sido atribulado, de coisas boas e más, mas este ultimo trimestre tem sido o caos :( 
Começei a ter uma moinha inicialmente na cervical, depois passou de moinha a dor, ate nao ter posiçao.
Entretanto as dores começaram a piorar e no passado dia 10 de Novembro, as dores complicaram, e fiquei completamente paralisada do ombro esquerdo.
Resumindo tinha uma gigante inflamçao na omoplata esquerda, e na cervical, usar colar cervical, e fazer um tac com urgencia ..Entretanto fazer medicaçao, levei uma injeçao de relmus e voltaren, e mais 100 comprimidos semana, Medrol,adalgur,naprosin,flexiban fluoxtina,omeprazol!! o Resultado do Tac foi Uncartrose na Cervical 
Definiçao de 



UNCARTROSE


Trata-se de um conjunto de alterações conseqüentes a artrose da coluna cervical. Com a idade, os discos intervertebrais perdem sua elasticidade, por perda progressiva do seu conteúdo de água. Os discos são normalmente nutridos a partir dos vasos sangüíneos das vértebras adjacentes, não tendo uma circulação sangüínea própria.
Quando a nutrição discal se torna insuficiente, há perda dos seus elementos constituintes, que leva a redução da altura do disco, da sua resistência aos movimentos e aos traumas, mesmo pequenos, facilitando a sua rotura e degeneração. Estas alterações discais são seguidas de reações ósseas das vértebras adjacentes, com a formação de osteófitos, "ou bicos-de-papagaio", que tendem a fundir as vértebras. Concomitantemente, há hipertrofia dos ligamentos e das outras articulações da coluna vertebral. Este conjunto de alterações pode determinar uma redução do canal vertebral e dos forâmes de conjugação.
O canal vertebral contém a medula espinhal, que é uma estrutura nervosa responsável pela transmissão de todos os impulsos nervosos que chegam dos membros ao cérebro e que levam os estímulos nervosos do cérebro para os nervos e, conseqüentemente, para os músculos do corpo.
 Os forâmes de conjugação são passagens laterais da coluna cervical por onde passam as raízes nervosas que formam os nervos para os membros superiores. Por elas trafégam os impulsos nervosos que trazem as informações sensitivas e os que levam as ordens do cérebro para os músculos se contraírem.


Sinais e sintomas
Sinal de Uncoartrose seria um inicio de desgaste nos processos unciformes das vértebras cervicais (localizadas na região do pescoço), esse desgaste, está prensando as raízes nervosas que saem das duas ultimas vértebras da coluna cervical, onde diminui o diâmetro dos forames intervertebrais, que são os “buracos” por onde passam as raízes nervosas, e a conseqüência disso é a compressão dessas raízes e a dor subseqüente. Esses nervos são responsáveis pela irrigação dos braços e parte das costas, então é comum nessa situação que você esteja sentindo dor nos braços, com sensação de formigamentos e perda de força muscular, leves sensações de tremores.

Tratamento

O tratamento clínico é baseado em medicamentos analgésicos, antiinflamatórios e condroprotetores (como o sulfato de glucosamina e sulfato de condroitina) e tem que ser associado a fisioterapia para que tenha um efeito satisfatório.
A fisioterapia tem como objetivo nesses casos, além de ajudar na analgesia e na ação antiinflamatória, realinhar o posicionamento das vértebras e, com isso, reduzir as conseqüências da artrose. O tratamento fisioterápico baseia-se em eletroterapia (com ou sem calor, depende da fase em que se encontra a enfermidade), crioterapia, reeducação postural global, osteopatia, quiropraxia e etc., lembrando que o tratamento fisioterápico só deve ser prescrito por um profissional fisioterapeuta.

31 de agosto de 2016

Artrite reumatóide afeta 70 mil portugueses

Muitos doentes não valorizam sintomas iniciais deixando a doença progredir. A artrite reumatoide é uma doença inflamatória que afeta jovens e adultos de todas as idades. Os especialistas alertam para a necessidade de procurarem cuidados adequados Foto Carlos Barroso A artrite reumatoide é uma doença inflamatória crónica, com causa desconhecida, que deforma as mãos e os pés. Limita os doentes nos pequenos gestos diários, como agarrar um objeto, abotoar o casaco ou calçar os sapatos. Estima-se que afete entre 60 mil a 70 mil pessoas em Portugal, mas muitas delas nem sequer estão diagnosticadas. Ao CM, o reumatologista António Vilar afirma que "muitos doentes "não estão referenciados" nem têm o diagnóstico feito. Tudo porque não valorizam os sintomas e não procuram cuidados especializados. "Quando os doentes são seguidos por um especialista, os tratamentos são mais eficazes, mais baratos e há melhores resultados", explica António Vilar, lamentando que existam doentes que não são seguidos por um reumatologista mas por médicos de clínica geral e familiar ou de outras especialidades. Arsisete Saraiva, presidente da Associação Nacional dos Doentes com Artrite Reumatoide, alerta para a dificuldade dos doentes em conseguirem marcar a primeira consulta da especialidade: "Os doentes são muitas vezes encaminhados para a medicina interna ou outras especialidades antes de chegarem à consulta de reumatologia, o que dificulta o diagnóstico e os tratamentos".
Fonte:CM

12 de abril de 2016

Ajudar !!




Partiu-me o coraçao quando vi imagens e relatos do meu Marido de pessoas e Crianças que Nada tem decidi por maos a Obra por isso hoje peço "As roupas antigas e brinquedos a mais em casa de cada um podem ser aproveitadas por outras famílias"
Eu recebo em Ourem,mas poderao entregar ou enviar de outros pontos do País. Em Lisboa tambem temos quem possa receber.
Conto Convosco !! Ja recolhi mais de 600 kilos de roupa brinquedos e M.escolar que seguira num contentor este mes.
Desculpem usar a minha pagina dos gatos mas n faria sentido fazer uma outra pagina,pois poderiam duvidar da veracidade da mesma.



17 de março de 2016

Nao direi um fardo mas dias muitos dificeis sao com certeza

5 de março de 2016

Como todos sabem(#meufacebookpessoal) estou a levar a cabo uma missao de solidariedade,o meu marido esta em angola e apos presenciar muita miserias muita carencia muita dificuldade e me mostrar fotos,e relatar situaçoes,foi impossivel ficar indiferente a tal situaçao,pois eu tenho uma filha que tem tudo e nao precisa de nada e eles nada tem,e DOI ME,Doi Muito e entao tenho estado a a pedir Roupas que ja nao usem,sapatos,brinquedos livros,bens essenciais para as Crianças/adultos do ALTO SUNDI,Angola,
Já nao estou limitada aos 30 kilos consigo mandar num Contentor,agradeço por favor que ajudem,e que entrem em contacto comigo pf 
 wink emoticon heart emoticon
As .pessoas de Lisboa que queiram ajudar, eu peço por favor que acondicionem num caixote, as coisas, e depois me digam quando querem entregar para eu chegar a quem de direito para levantar num sitio a combinar.
Em Ourem e arredores podem me entregar a mim directamente eu depois trato do resto.. Peço por favor que partilhem e que me AJUDEM A AJUDAR partilhem pf... Obrigadooooooo

16 de fevereiro de 2016

Ás vezes vejo comentarios que as pessoas dao/sao/foram inspiraçao.
ok!talvez ajude..mas posso vos garantir que se nao tivermos força de vontade nao existe inspiraçao que valha !!! 
Rumava o ano de 2009 quando bati no fundo do poço com 2 doenças cronicas que deixei de andar que inchei parecia um bicho que tinha dores horriveis,que so de me mexer tudo doia que engordei 30 derivado a terapeutica medicamentosa (sim 30 kilos) que nao me apetecia sair de casa,que nunca comentei com ninguem o meu estado de espirito, o que realmente me ia na cabeça,ate ao momento q a balança me assustou realmente e ai sim tive de tomar medidas,na altura decisoes tiveram de ser tomadas, que custaram obvio que custaram,mas que deram frutos e que hoje estou como voces sabem que estou, menos 30 kilos,
Mas a inspiraçao fui eu, eu tive de lutar para estar ,melhor ou tentar ficar melhor, as doenças n desparaceram continuam ca,mas pelo menos o peso nao é algo que prejudique.
hoje estou melhor amanha estou pior mas como todos ...
Lembrem-se a inspiraçao somos NÓS.
Nos temos de dar o passo em frente ninguem fara nada por nos,se nao formos a Luta !!!
Demanha acordo toda inchada (normal) so depois volto ao normal as diferenças em baixo ..de manha e depois (sem maquilhagem)



14 de fevereiro de 2016

Angola

Ando a imenso tempo a tentar colocar em pratica uma ideia mas preciso de ajuda para a poder efectuar. Pois nao sei como se processa tudo isto..o Meu marido encontra se em angola e tem visto por la situaçoes que o colocam em desespero,eu ca estou de coraçao apertado, ja enviei roupas brinquedos mas o que sao 30 kilos ??? 
gostava de poder fazer mais,mas nao sei como fazer e preciso de alguem que saiba como fazer ou por onde começar ..>Resumindo mandar um contentor com Roupas brinquedos,livros e bens essenciais para Alto do Sundi Belize.
Ou seja como é uma coisa em grande seria preciso ajuda tbm em grande Mandem por MP


5 de novembro de 2015

Doenças comuns que podem ser confundidas com outras

Doenças muito diferentes podem ter sintomas iguais e o diagnóstico errado pode ser bastante prejudicial.

DR
Como reporta a revista Prevention, os diagnósticos erróneos afetam 12 milhões de pessoas (uma em cada 20). Eis como evitar cinco dos diagnósticos errados mais comuns.
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Se lhe disseram que sofre de ataques de pânico… verifique embolia pulmonar.
A embolia pulmonar é um coágulo sanguíneo que se forma fora dos pulmões, mas move-se pela corrente sanguínea e dentro do pulmão. O coágulo impede a circulação e pode causar dificuldades respiratórias. Alan Brau, pneumologista diz que os sintomas de embolia pulmonar podem incluir ansiedade, devido ao corpo sentir o coágulo. Como resultado, a frequência respiratória e cardíaca podem aumentar, imitando os sintomas de um ataque de ansiedade (por exemplo, falta de ar, dor no peito). Um estudo realizado em três hospitais espanhóis demonstrou que 33,5% dos pacientes com embolia pulmonar foram mandados para casa ou admitidos com um diagnóstico incorreto.
Se lhe foi diagnosticada fibromialgia… verifique doença de Lyme.
Esta doença bacteriana, Lyme, é muitas vezes mal diagnosticada. Os seus sintomas incluem dores de cabeça, nas articulações, confusão mental, convulsões e dor de pescoço. Comparativamente, os sintomas da fibromialgia incluem enxaquecas, dores musculares, fadiga e sensibilidade facial, descreve o especialista Steven Bock. Bock estima que o número de casos de Lyme diagnosticados como fibromialgia está entre os 30% e os 40%.
Se lhe foi diagnosticado períodos irregulares ou pré-menopausa… verifique síndrome do ovário poliquístico.
As mulheres com o ciclo menstrual irregular podem estar com níveis de stress elevados ou com pré-menopausa, mas se estes sintomas forem acompanhados pelo crescimento de pelos indesejados e ganho de peso pode ter síndrome do ovário poliquístico. Este transtorno afeta 8% das mulheres em idade reprodutiva e é responsável por cerca de 70% dos problemas de infertilidade. Muitas vezes também esta síndrome também imita a pré-diabetes, uma vez que o aumento de peso leva à resistência à insulina.
Se lhe foi diagnosticado enxaquecas… esteja atento ao coração.
As enxaquecas combinadas com flashes ou manchas visuais podem ser ‘difíceis de distinguir de um ataque cardíaco’, diz o médico James Greenwald. “Ambos são provocados por uma interrupção na circulação normal para o cérebro”.
Se lhe foi diagnosticada doença celíaca ou cistite… Verifique cancro nos ovários.
O cancro nos ovários passa muitas vezes sem ser diagnosticado devido aos seus sintomas vagos, diz Susan Segreti, enfermeira oncológica. Os sintomas incluem inchaço e dor abdominal (semelhante à doença celíaca) e/ou urgência de urinar (semelhante à cistite), explica Segreti.

Lei desumana Fibromialgia




A Confederação Nacional dos Organismos de Deficientes (CNOD) exige a revogação da nova lei que altera o regime especial de protecção na invalidez, um desumano e inaceitável retrocesso no direito à protecção social.


Em nota de imprensa, divulgada no dia 30, a CNOD – organização que representa 38 associações de pessoas com deficiência – manifestou o seu apoio às denúncias levadas a público pela Associação «Todos com a Esclerose Múltipla» e por outras organizações quanto à gravidade do Decreto-Lei 246/2015, de 20 de Outubro, que altera os critérios de atribuição da pensão de invalidez a entrar em vigor no primeiro dia do próximo ano.
Com a nova lei, fundamentada por razões de «uma maior abrangência do universo de potenciais beneficiários» através de «um novo conceito de incapacidade permanente para o trabalho determinante de invalidez especial», é posto fim à lista de doenças consideradas incapacitantes para efeitos de atribuição desta prestação social.
Os serviços de avaliação de incapacidade permanente para o trabalho, deficiência e dependência, passarão a utilizar, complementarmente, na peritagem médica, a Tabela Nacional de Funcionalidades, como suporte da fundamentação das suas decisões.
«O governo cessante usa o argumento de que a lista de doenças consideradas incapacitantes não abrange o universo total para justificar o que acabará por ser um corte geral de direitos dos portugueses que necessitam de protecção na invalidez», acusa a CNOD, salientando que, no fundo, «Passos Coelho e Paulo Portas, em vez de criarem o Estatuto do Doente Crónico e de uma Tabela Nacional de Incapacidades e Funcionalidades da Saúde que abranja as diferentes realidades incapacitantes, preferem atacar os direitos de quem, hoje, recebe esse apoio».
A Confederação recorda ainda que «os doentes estarão sujeitos à avaliação, muitas vezes subjectiva, de equipas da Junta Médica».

MURPI rejeita diploma
Também a Confederação Nacional de Reformados, Pensionistas e Idosos MURPI repudia, veemente, o conteúdo e o âmbito do Decreto-Lei 246/2015, e exige aos grupos parlamentares a sua revogação, uma vez que «penaliza aqueles que mais sofrem e mais precisam».
Recorde-se que, em 1989, a Segurança Social encetou procedimentos de protecção a situações de invalidez causadas por doenças que podem aparecer precocemente, evoluir rapidamente e tenham natureza altamente incapacitante.
Iniciou-se, assim, a protecção especial à paramiloidose familiar e posteriormente, de forma gradual, incluiu-se a invalidez provocada pelo HIV, por doenças do foro oncológico e, em 2009, pela Lei 90/2009, de situações de incapacidade em consequência de esclerose múltipla, esclerose lateral amiotrófica, doença de Parkinson e doença de Alzheimer.
Reconhecida a incapacidade causada por qualquer destas doenças, o beneficiário tem direito a um prazo de garantia mais favorável para acesso à pensão e também o cálculo da pensão tem melhores condições.
Decisão inaceitável
Agora, o Decreto-Lei vem estabelecer que a partir de Janeiro de 2016 só terão direito a protecção especial de invalidez os beneficiários a quem seja reconhecida incapacidade de previsível evolução para uma situação de dependência nos próximos três anos ou de morte dentro desse prazo.
Para o MURPI, a decisão é «inacreditável e inaceitável», uma vez que o diploma «significa um retrocesso em relação à protecção especial na invalidez». «Além da desumanidade que este conceito envolve, não se pode deixar de referir que há doenças, como o cancro, que, em determinado momento, se considera o paciente curado e, de repente, aparece uma metástase que causa a morte em poucos meses, ou a Parkinson ou Alzheimer que têm evoluções imprevisíveis e não são muitas vezes a causa directa da morte», refere a Confederação.
Restringir direitos
Por último, o MURPI condena «o cinismo que está expresso no preâmbulo do Decreto-Lei, que, parecendo querer abranger mais enfermidades do que as contidas na Lei 90/2009, tem como objectivo real e efectivo restringir e dificultar, até por impossibilidade de correcta avaliação e previsibilidade clínica, o acesso à protecção especial de invalidez». «Se se quisesse alargar, efectivamente, o leque de doenças abrangidas por este regime, apenas havia que incluir mais doenças, como, por exemplo, a fibromialgia no âmbito da Lei 90/2009», conclui a Confederação.

Font:jornal avante

Está nas nossas mãos agir” é o mote para assinalar, no dia 12 de outubro, o Dia Mundial das Doenças Reumáticas.

“Está nas nossas mãos agir” foi o tema escolhido pela Liga Europeia Contra o Reumatismo (EULAR - European League Against Rheumatism), para assinalar o Dia Mundial das Doenças Reumáticas 2015, que se celebra hoje, dia 12 de outubro.
O Dia Mundial das Doenças Reumáticas é celebrado desde 1996, tendo sido inicialmente promovido pela Artrite e Reumatismo Internacional (ARI - Arthritis and Rheumatism International), uma associação de organizações nacionais cujos membros são pessoas cujas vidas são afetadas pela artrite e com atividades essencialmente voluntárias.
Os objetivos desta data comemorativa são promover a sensibilização relativamente à artrite, em todas as suas formas, junto da comunidade médica, das pessoas com artrite e do público em geral, e as medidas que podem ser tomadas para facilitar a vivência com a doença. Pretende-se ainda assegurar que todas as pessoas com artrite, bem como os profissionais de saúde, conhecem a vasta rede de apoio que têm à sua disposição.
De acordo com a Associação Nacional de Doentes com Artrite Reumatóide (Andar), em Portugal, existem cerca de 40 mil doentes diagnosticados com artrite reumatoide, uma doença silenciosa que atinge principalmente as mulheres.
Trata-se de uma doença inflamatória crónica que pode limitar os gestos diários destes doentes, como abrir uma porta, agarrar uma caneta ou calçar uns sapatos.
Muitas pessoas com doenças reumáticas ficam impossibilitadas de trabalhar devido às dificuldades de acesso a tratamentos adequados e a serviços que poderiam apoiá-las.
Os doentes com um diagnóstico correto, precoce e com um tratamento adequado às suas necessidades apresentam uma melhoria significativa, em termos de qualidade de vida e de capacidades para trabalhar, assim como um alívio dos sintomas e uma menor progressão da lesão nas suas articulações.

Jovem morre congelada em tratamento de crioterapia

A morte de uma jovem de 24 anos está a levantar dúvidas sobre a segurança da crioterapia. O cadáver de Chelsea Ake-Salvacion foi encontrado depois de se ter submetido ao tratamento, numa clínica em Nevada, nos EUA, e, alegadamente, a mulher terá morrido congelada. 

Chelsea Ake-Salvacion trabalhava na clínica Rejuvenice, que oferecia este tipo de terapia aos atletas, que envolve o uso de temperaturas muito baixas para ajudar a aliviar a inflamação dos músculos. A jovem decidiu experimentar a crioterapia e, sem supervisão, entrou na máquina. 

O corpo da mulher foi encontrado no dia seguinte. 

As autoridades norte-americanas ainda não divulgaram pormenores sobre a morte da jovem, mas, de acordo com aCNN, pensa-se que a Chelsea tenha inalado o vapor de nitrogénio, que emana do equipamento, desmaiando de seguida. A longa exposição às baixas temperaturas fez com que congelasse. 

A clínica sublinha, no entanto, que o tratamento não é prejudicial à saúde, quando usado corretamente. 
 
“Acreditamos firmemente nos tratamentos de crioterapia, em todo o corpo, para ajudar a gerir a dor, na recuperação dos atletas,  desintoxicação e para uma variedade de outras doenças. Milhões de tratamentos já foram executados com segurança no mundo, por mais de 20 anos”, disse Rejuvenice, num comunicado.

Mas as certezas da clínica são mais firmes que as dos cientistas, que garantem ainda não poder prever a utilização desta terapia na saúde futura dos pacientes. Para além disto, não há provas que a crioterapia funcione melhor, no alívio das dores, do que o gelo. 

O tratamento consisite em entrar numa cápsula cilíndrica de metal, a menos de cem graus negativos, durante dois a três minutos. 

A terapia promete, para além de ser um analgésico, ajudar a recuperar de doenças e fadiga, assim como melhorar o aspeto da pele, reduzindo as rugas. Foi o primeiro tratamento para a artrite reumatoide e já foi usada, inclusive, para tratar lesões cancerígenas na pele.

Investigadores estabelecem ligações entre saúde oral e artrite reumatoide

http://www.rtp.pt/noticias/mundo/investigadores-estabelecem-ligacoes-entre-saude-oral-e-artrite-reumatoide_v844161

Medicamento para a artrite reumatoide faz crescer pelo em ratos

Os investigadores da Universidade de Columbia (EUA) descobriram que fármacos utilizados para tratar doenças do sangue e artrite reumatoide têm um efeito secundário inesperado: fazem crescer o pelo.

Às vezes os efeitos secundários dos medicamentos apresentam surpresas até para os cientistas e podem mesmo abrir portas para outros caminhos de investigação. Este parece ter sido o caso dos medicamentos que estavam a ser utilizados para o tratamento da artrite reumatoide e que, inesperadamente, começaram a fazer crescer pelos nos ratos de laboratório que estavam a ser testados, conforme reportaram os investigadores do Centro Médico da Universidade Columbia nos Estados Unidos da América, num estudo publicado na edição online da revista Science Advances.
Aparentemente, os medicamentos que estavam a ser testados para reduzir processo inflamatório da artrite reumatoide, encurtaram o período de repouso do folículo piloso fazendo com que o pelo crescesse antes do esperado, ou seja, o tempo entre a queda do pelo e o crescimento de um novo pelo no mesmo folículo foi encurtado. As experiências realizadas com ratos, mas também com folículos pilosos humanos in vitro (em laboratório), revelaram que as substâncias que inibem enzimas da família janusquinase (JAK) promovem o crescimento rápido e robusto do pelo, quando aplicadas diretamente sobre a pele.
Atualmente, estão aprovadas duas substâncias inibidoras de JAK na Europa. Uma é utilizada para o tratamento de doenças do sangue (ruxolitinib) e outra é utilizada para a artrite reumatoide (tofacitinib). Ambas estão a ser testadas em ensaios clínicos para o tratamento da psoríase em placas, refere o Science Daily.
Os folículos pilosos não produzem o cabelo de forma constante, mas num ciclo que alterna fases de repouso e fases de crescimento. A investigação revela que, no caso dos ratos, as substâncias inibidoras de JAK desencadeiam o despertar dos folículos das fases de dormência.
Nos ratos aos quais foram administrados um dos dois inibidores de JAK, o pelo voltou a crescer em apenas 10 dias. Enquanto no grupo de controlo, não cresceu pelo a nenhum dos ratos, no mesmo período de tempo. O acelerar do ciclo de crescimento do pelo motivou o interesse em investigar se estas substâncias também podem induzir o crescimento de cabelo e aumentar o crescimento nos seres humanos.
No entanto, ainda é preciso investigar se os inibidores de JAK podem despertar folículos pilosos do estado de repouso em casos de alopecia androgenética (que causa a calvície). Até ao momento só foram conduzidas experiências em ratos e folículos humanos que não manifestavam a doença.
Embora a investigação seja prometedora, os investigadores alertam que os resultados obtidos até ao momento não podem ser extrapolados para a calvície humana. Ainda precisam de ser realizadas mais experiências com folículos pilosos afetados por distúrbios de perda de cabelo.
“É necessário realizar mais pesquisa e mais testes com substâncias de inibidoras de JAK especialmente desenhadas para o couro cabeludo, para determinar se podem realmente induzir o crescimento do cabelo em humanos,” reconheceu Angela Christiano, uma das autoras do estudo, em declarações ao Science Daily.
Fonte:Observador

21 de maio de 2015

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11 de maio de 2015

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7 de maio de 2015

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