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29 de novembro de 2016

Uncartroses dores e mais dores

Bom dia, o meu ano de 2016 tem sido atribulado, de coisas boas e más, mas este ultimo trimestre tem sido o caos :( 
Começei a ter uma moinha inicialmente na cervical, depois passou de moinha a dor, ate nao ter posiçao.
Entretanto as dores começaram a piorar e no passado dia 10 de Novembro, as dores complicaram, e fiquei completamente paralisada do ombro esquerdo.
Resumindo tinha uma gigante inflamçao na omoplata esquerda, e na cervical, usar colar cervical, e fazer um tac com urgencia ..Entretanto fazer medicaçao, levei uma injeçao de relmus e voltaren, e mais 100 comprimidos semana, Medrol,adalgur,naprosin,flexiban fluoxtina,omeprazol!! o Resultado do Tac foi Uncartrose na Cervical 
Definiçao de 



UNCARTROSE


Trata-se de um conjunto de alterações conseqüentes a artrose da coluna cervical. Com a idade, os discos intervertebrais perdem sua elasticidade, por perda progressiva do seu conteúdo de água. Os discos são normalmente nutridos a partir dos vasos sangüíneos das vértebras adjacentes, não tendo uma circulação sangüínea própria.
Quando a nutrição discal se torna insuficiente, há perda dos seus elementos constituintes, que leva a redução da altura do disco, da sua resistência aos movimentos e aos traumas, mesmo pequenos, facilitando a sua rotura e degeneração. Estas alterações discais são seguidas de reações ósseas das vértebras adjacentes, com a formação de osteófitos, "ou bicos-de-papagaio", que tendem a fundir as vértebras. Concomitantemente, há hipertrofia dos ligamentos e das outras articulações da coluna vertebral. Este conjunto de alterações pode determinar uma redução do canal vertebral e dos forâmes de conjugação.
O canal vertebral contém a medula espinhal, que é uma estrutura nervosa responsável pela transmissão de todos os impulsos nervosos que chegam dos membros ao cérebro e que levam os estímulos nervosos do cérebro para os nervos e, conseqüentemente, para os músculos do corpo.
 Os forâmes de conjugação são passagens laterais da coluna cervical por onde passam as raízes nervosas que formam os nervos para os membros superiores. Por elas trafégam os impulsos nervosos que trazem as informações sensitivas e os que levam as ordens do cérebro para os músculos se contraírem.


Sinais e sintomas
Sinal de Uncoartrose seria um inicio de desgaste nos processos unciformes das vértebras cervicais (localizadas na região do pescoço), esse desgaste, está prensando as raízes nervosas que saem das duas ultimas vértebras da coluna cervical, onde diminui o diâmetro dos forames intervertebrais, que são os “buracos” por onde passam as raízes nervosas, e a conseqüência disso é a compressão dessas raízes e a dor subseqüente. Esses nervos são responsáveis pela irrigação dos braços e parte das costas, então é comum nessa situação que você esteja sentindo dor nos braços, com sensação de formigamentos e perda de força muscular, leves sensações de tremores.

Tratamento

O tratamento clínico é baseado em medicamentos analgésicos, antiinflamatórios e condroprotetores (como o sulfato de glucosamina e sulfato de condroitina) e tem que ser associado a fisioterapia para que tenha um efeito satisfatório.
A fisioterapia tem como objetivo nesses casos, além de ajudar na analgesia e na ação antiinflamatória, realinhar o posicionamento das vértebras e, com isso, reduzir as conseqüências da artrose. O tratamento fisioterápico baseia-se em eletroterapia (com ou sem calor, depende da fase em que se encontra a enfermidade), crioterapia, reeducação postural global, osteopatia, quiropraxia e etc., lembrando que o tratamento fisioterápico só deve ser prescrito por um profissional fisioterapeuta.

5 de novembro de 2015

Jovem morre congelada em tratamento de crioterapia

A morte de uma jovem de 24 anos está a levantar dúvidas sobre a segurança da crioterapia. O cadáver de Chelsea Ake-Salvacion foi encontrado depois de se ter submetido ao tratamento, numa clínica em Nevada, nos EUA, e, alegadamente, a mulher terá morrido congelada. 

Chelsea Ake-Salvacion trabalhava na clínica Rejuvenice, que oferecia este tipo de terapia aos atletas, que envolve o uso de temperaturas muito baixas para ajudar a aliviar a inflamação dos músculos. A jovem decidiu experimentar a crioterapia e, sem supervisão, entrou na máquina. 

O corpo da mulher foi encontrado no dia seguinte. 

As autoridades norte-americanas ainda não divulgaram pormenores sobre a morte da jovem, mas, de acordo com aCNN, pensa-se que a Chelsea tenha inalado o vapor de nitrogénio, que emana do equipamento, desmaiando de seguida. A longa exposição às baixas temperaturas fez com que congelasse. 

A clínica sublinha, no entanto, que o tratamento não é prejudicial à saúde, quando usado corretamente. 
 
“Acreditamos firmemente nos tratamentos de crioterapia, em todo o corpo, para ajudar a gerir a dor, na recuperação dos atletas,  desintoxicação e para uma variedade de outras doenças. Milhões de tratamentos já foram executados com segurança no mundo, por mais de 20 anos”, disse Rejuvenice, num comunicado.

Mas as certezas da clínica são mais firmes que as dos cientistas, que garantem ainda não poder prever a utilização desta terapia na saúde futura dos pacientes. Para além disto, não há provas que a crioterapia funcione melhor, no alívio das dores, do que o gelo. 

O tratamento consisite em entrar numa cápsula cilíndrica de metal, a menos de cem graus negativos, durante dois a três minutos. 

A terapia promete, para além de ser um analgésico, ajudar a recuperar de doenças e fadiga, assim como melhorar o aspeto da pele, reduzindo as rugas. Foi o primeiro tratamento para a artrite reumatoide e já foi usada, inclusive, para tratar lesões cancerígenas na pele.

10 de janeiro de 2015

Doenças das articulações e do tecido conjuntivo


As alterações das articulações e dos seus componentes (músculos, ossos, cartilagens e tendões) consideram-se doenças do tecido conjuntivo, já que estas estruturas contêm grandes quantidades desse tecido. Contudo, muitas delas são também um tipo de doença auto-imune que se caracteriza pela presença de reacções imunológicas em que algo desencadeia a reacção do sistema imunitário contra os próprios tecidos do corpo e a produção de anticorpos anormais que atacam esses tecidos (auto-anticorpos). As reacções imunológicas caracterizam-se pela existência de inflamação (um processo de reparação que diminui uma vez completado este processo).
Contudo, nas doenças auto-imunes, a inflamação pode ser crónica e lesar os tecidos normais. Por exemplo, na artrite reumatóide, a inflamação crónica prejudica a cartilagem da articulação. Nesta e em muitas outras doenças auto-imunes, a inflamação afecta várias articulações, provavelmente porque se deve aos anticorpos que circulam pelo organismo dentro da circulação sanguínea.
O tecido conjuntivo pode inflamar-se dentro e à volta das articulações e de outras partes do corpo, tal como os músculos.
Também podem ser afectados o invólucro do coração (pericárdio), a membrana que envolve os pulmões (pleura) e inclusive o cérebro. O tipo e a gravidade dos sintomas dependem dos órgãos afectados.
Diagnóstico
O diagnóstico de cada doença auto-imune baseia-se na sintomatologia, nos resultados do exame físico e nas análises laboratoriais. Por vezes, os sintomas de uma doença sobrepõem-se tanto aos de outra que é difícil fazer uma distinção entre elas, o que leva a diagnosticar uma doença do tecido conjuntivo não diferenciada ou uma doença denominada «de sobreposição».
A anemia (um valor baixo de glóbulos vermelhos) com frequência acompanha as doenças do tecido conjuntivo. Nestas, a velocidade de sedimentação (que mede a velocidade a que os glóbulos vermelhos assentam no fundo de um tubo graduado cheio de sangue) é, em muitos casos, superior à normal. Uma velocidade superior à normal sugere a presença de uma inflamação activa; mas esta análise não é suficiente para identificar a causa da mesma. Os médicos podem vigiar periodicamente a velocidade de sedimentação quando os sintomas são ligeiros, a fim de determinar se a doença ainda está activa.
Em algumas doenças do tecido conjuntivo podem detectar-se anticorpos pouco comuns e medir a sua concentração no sangue. Se os anticorpos são específicos de uma doença, a sua presença confirma o diagnóstico. Por exemplo, os anticorpos anti-ADN de cadeia dupla apresentam-se quase exclusivamente no lúpus eritematoso sistémico. Contudo, na maioria das doenças os anticorpos não são específicos da doença. Por exemplo, 70 % dos indivíduos com artrite reumatóide têm anticorpos chamados factor reumatóide; contudo, os 30 % restantes não os têm. Da mesma forma, o factor reumatóide pode estar presente noutras doenças. Nesses casos, os resultados dos exames laboratoriais podem contribuir para o diagnóstico, mas não confirmá-lo.
Quando uma doença afecta um tecido ou órgão específico, o médico pode efectuar uma biopsia, que consiste na extracção de uma amostra desse tecido que é examinado ao microscópio, para detectar as alterações. Os resultados podem ser úteis para confirmar um diagnóstico de que se suspeitava ou para seguir o processo de uma doença.
Tratamento
O tratamento varia segundo o tipo de doença e a gravidade da mesma. O tratamento farmacológico tem por objectivo reduzir a inflamação. Se os sintomas da inflamação são graves ou quando esta pode implicar um risco para a vida do doente, deve iniciar-se um tratamento agressivo imediatamente.
Entre os medicamentos que reduzem a inflamação estão os anti-inflamatórios não esteróides (AINE), como a aspirina e o ibuprofeno  que se administram para inflamações ligeiras, surtos menores e para o controle da dor. Certos anti-inflamatórios não esteróides podem ser adquiridos sem prescrição médica; em contrapartida, exige-se uma prescrição para as doses elevadas que são empregues habitualmente no tratamento das doenças auto-imunes. Os efeitos secundários (com frequência as perturbações de estômago) são, em geral, de pouca importância quando o tratamento com medicamentos em doses baixas é de curta duração. Em contrapartida, se o tratamento consistir em doses elevadas e for de longa duração, os efeitos secundários podem ser numerosos e graves.
Os cortiscosteróides, uma forma sintética de hormonas naturais, são medicamentos anti-inflamatórios muito potentes que podem ser administrados por meio de injecções ou por via oral. A prednisona é o corticosteróide administrado por via oral mais amplamente utilizado. É possível precisar-se de doses baixas de um corticosteróide durante meses ou anos, uma vez controlada a inflamação com doses mais elevadas. Em comparação com os anti-inflamatórios não esteróides, os corticosteróides causam efeitos secundários muito mais graves, como aumento do açúcar no sangue, aumento do risco de infecção, osteoporose, retenção de líquidos e fragilidade da pele. Para evitá-los, o médico prescreve a dose eficaz mais baixa, especialmente para um tratamento de longa duração.
Administram-se medicamentos imunossupressores como metotrexato, azatioprina e ciclofosfamida para suprimir a resposta imunitária e reduzir desse modo a inflamação. Alguns destes medicamentos também são administrados para tratar o cancro, mas os seus efeitos secundários são potencialmente perigosos. O uso prolongado de azatioprina e ciclofosfamida pode aumentar o risco de desenvolver algumas formas de cancro.
Alguns medicamentos imunossupressores podem contribuir para a disfunção do sistema reprodutor. Qualquer infecção pode ser mortal dado que o sistema imunitário está deprimido. Por conseguinte, administram-se os medicamentos imuno-supressores mais potentes apenas nos casos graves.
fonte:manual merck

6 de janeiro de 2015

Novo tratamento Artite reumatoide ! Será??

Um novo tratamento contra a artrite foi considerado ‘mágico’ pelos primeiros pacientes submetidos aos testes experimentais.
 
De acordo com o diário britânico Guardian, uma das pacientes, Monique Robroek, passou de um dia-a-dia com dores agudas a uma rotina praticamente normal. Recomeçou a andar de bicicleta, a passear o cão e a dedicar-se a tarefas manuais que há muito tinha abandonado.
A terapia consiste num dispositivo electrónico implantado nos pacientes e os primeiros testes decorreram no Centro Médico Académico de Amesterdão (Holanda), há um ano. Mas só agora se divulgaram os primeiros resultados, bastante encorajadores, já que os doentes dispensaram até alguns medicamentos para conterem os sintomas típicos da artrite reumatóide, como dores fortes e incapacitantes nas articulações e fadiga, entre outros.