“Está nas nossas mãos agir” foi o tema escolhido pela Liga Europeia Contra o Reumatismo (EULAR - European League Against Rheumatism), para assinalar o Dia Mundial das Doenças Reumáticas 2015, que se celebra hoje, dia 12 de outubro.
O Dia Mundial das Doenças Reumáticas é celebrado desde 1996, tendo sido inicialmente promovido pela Artrite e Reumatismo Internacional (ARI - Arthritis and Rheumatism International), uma associação de organizações nacionais cujos membros são pessoas cujas vidas são afetadas pela artrite e com atividades essencialmente voluntárias.
Os objetivos desta data comemorativa são promover a sensibilização relativamente à artrite, em todas as suas formas, junto da comunidade médica, das pessoas com artrite e do público em geral, e as medidas que podem ser tomadas para facilitar a vivência com a doença. Pretende-se ainda assegurar que todas as pessoas com artrite, bem como os profissionais de saúde, conhecem a vasta rede de apoio que têm à sua disposição.
De acordo com a Associação Nacional de Doentes com Artrite Reumatóide (Andar), em Portugal, existem cerca de 40 mil doentes diagnosticados com artrite reumatoide, uma doença silenciosa que atinge principalmente as mulheres.
Trata-se de uma doença inflamatória crónica que pode limitar os gestos diários destes doentes, como abrir uma porta, agarrar uma caneta ou calçar uns sapatos.
Muitas pessoas com doenças reumáticas ficam impossibilitadas de trabalhar devido às dificuldades de acesso a tratamentos adequados e a serviços que poderiam apoiá-las.
Os doentes com um diagnóstico correto, precoce e com um tratamento adequado às suas necessidades apresentam uma melhoria significativa, em termos de qualidade de vida e de capacidades para trabalhar, assim como um alívio dos sintomas e uma menor progressão da lesão nas suas articulações.

Após 3 meses de dores,e de repente um inchaço total nas pernas, mãos e joelhos fui ao medico e foi me diagnosticado artrite reumatóide. agora a fibromialgia, que mais vem ai!!
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5 de novembro de 2015
Está nas nossas mãos agir” é o mote para assinalar, no dia 12 de outubro, o Dia Mundial das Doenças Reumáticas.
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Jovem morre congelada em tratamento de crioterapia
A morte de uma jovem de 24 anos está a levantar dúvidas sobre a segurança da crioterapia. O cadáver de Chelsea Ake-Salvacion foi encontrado depois de se ter submetido ao tratamento, numa clínica em Nevada, nos EUA, e, alegadamente, a mulher terá morrido congelada.
Chelsea Ake-Salvacion trabalhava na clínica Rejuvenice, que oferecia este tipo de terapia aos atletas, que envolve o uso de temperaturas muito baixas para ajudar a aliviar a inflamação dos músculos. A jovem decidiu experimentar a crioterapia e, sem supervisão, entrou na máquina.
O corpo da mulher foi encontrado no dia seguinte.
As autoridades norte-americanas ainda não divulgaram pormenores sobre a morte da jovem, mas, de acordo com aCNN, pensa-se que a Chelsea tenha inalado o vapor de nitrogénio, que emana do equipamento, desmaiando de seguida. A longa exposição às baixas temperaturas fez com que congelasse.
A clínica sublinha, no entanto, que o tratamento não é prejudicial à saúde, quando usado corretamente.
Mas as certezas da clínica são mais firmes que as dos cientistas, que garantem ainda não poder prever a utilização desta terapia na saúde futura dos pacientes. Para além disto, não há provas que a crioterapia funcione melhor, no alívio das dores, do que o gelo.
O tratamento consisite em entrar numa cápsula cilíndrica de metal, a menos de cem graus negativos, durante dois a três minutos.
A terapia promete, para além de ser um analgésico, ajudar a recuperar de doenças e fadiga, assim como melhorar o aspeto da pele, reduzindo as rugas. Foi o primeiro tratamento para a artrite reumatoide e já foi usada, inclusive, para tratar lesões cancerígenas na pele.

Chelsea Ake-Salvacion trabalhava na clínica Rejuvenice, que oferecia este tipo de terapia aos atletas, que envolve o uso de temperaturas muito baixas para ajudar a aliviar a inflamação dos músculos. A jovem decidiu experimentar a crioterapia e, sem supervisão, entrou na máquina.
O corpo da mulher foi encontrado no dia seguinte.
As autoridades norte-americanas ainda não divulgaram pormenores sobre a morte da jovem, mas, de acordo com aCNN, pensa-se que a Chelsea tenha inalado o vapor de nitrogénio, que emana do equipamento, desmaiando de seguida. A longa exposição às baixas temperaturas fez com que congelasse.
A clínica sublinha, no entanto, que o tratamento não é prejudicial à saúde, quando usado corretamente.
“Acreditamos firmemente nos tratamentos de crioterapia, em todo o corpo, para ajudar a gerir a dor, na recuperação dos atletas, desintoxicação e para uma variedade de outras doenças. Milhões de tratamentos já foram executados com segurança no mundo, por mais de 20 anos”, disse Rejuvenice, num comunicado.
Mas as certezas da clínica são mais firmes que as dos cientistas, que garantem ainda não poder prever a utilização desta terapia na saúde futura dos pacientes. Para além disto, não há provas que a crioterapia funcione melhor, no alívio das dores, do que o gelo.
O tratamento consisite em entrar numa cápsula cilíndrica de metal, a menos de cem graus negativos, durante dois a três minutos.
A terapia promete, para além de ser um analgésico, ajudar a recuperar de doenças e fadiga, assim como melhorar o aspeto da pele, reduzindo as rugas. Foi o primeiro tratamento para a artrite reumatoide e já foi usada, inclusive, para tratar lesões cancerígenas na pele.
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Investigadores estabelecem ligações entre saúde oral e artrite reumatoide
http://www.rtp.pt/noticias/mundo/investigadores-estabelecem-ligacoes-entre-saude-oral-e-artrite-reumatoide_v844161

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Medicamento para a artrite reumatoide faz crescer pelo em ratos
Os investigadores da Universidade de Columbia (EUA) descobriram que fármacos utilizados para tratar doenças do sangue e artrite reumatoide têm um efeito secundário inesperado: fazem crescer o pelo.
Às vezes os efeitos secundários dos medicamentos apresentam surpresas até para os cientistas e podem mesmo abrir portas para outros caminhos de investigação. Este parece ter sido o caso dos medicamentos que estavam a ser utilizados para o tratamento da artrite reumatoide e que, inesperadamente, começaram a fazer crescer pelos nos ratos de laboratório que estavam a ser testados, conforme reportaram os investigadores do Centro Médico da Universidade Columbia nos Estados Unidos da América, num estudo publicado na edição online da revista Science Advances.
Aparentemente, os medicamentos que estavam a ser testados para reduzir processo inflamatório da artrite reumatoide, encurtaram o período de repouso do folículo piloso fazendo com que o pelo crescesse antes do esperado, ou seja, o tempo entre a queda do pelo e o crescimento de um novo pelo no mesmo folículo foi encurtado. As experiências realizadas com ratos, mas também com folículos pilosos humanos in vitro (em laboratório), revelaram que as substâncias que inibem enzimas da família janusquinase (JAK) promovem o crescimento rápido e robusto do pelo, quando aplicadas diretamente sobre a pele.
Atualmente, estão aprovadas duas substâncias inibidoras de JAK na Europa. Uma é utilizada para o tratamento de doenças do sangue (ruxolitinib) e outra é utilizada para a artrite reumatoide (tofacitinib). Ambas estão a ser testadas em ensaios clínicos para o tratamento da psoríase em placas, refere o Science Daily.
Os folículos pilosos não produzem o cabelo de forma constante, mas num ciclo que alterna fases de repouso e fases de crescimento. A investigação revela que, no caso dos ratos, as substâncias inibidoras de JAK desencadeiam o despertar dos folículos das fases de dormência.
Nos ratos aos quais foram administrados um dos dois inibidores de JAK, o pelo voltou a crescer em apenas 10 dias. Enquanto no grupo de controlo, não cresceu pelo a nenhum dos ratos, no mesmo período de tempo. O acelerar do ciclo de crescimento do pelo motivou o interesse em investigar se estas substâncias também podem induzir o crescimento de cabelo e aumentar o crescimento nos seres humanos.
No entanto, ainda é preciso investigar se os inibidores de JAK podem despertar folículos pilosos do estado de repouso em casos de alopecia androgenética (que causa a calvície). Até ao momento só foram conduzidas experiências em ratos e folículos humanos que não manifestavam a doença.
Embora a investigação seja prometedora, os investigadores alertam que os resultados obtidos até ao momento não podem ser extrapolados para a calvície humana. Ainda precisam de ser realizadas mais experiências com folículos pilosos afetados por distúrbios de perda de cabelo.
“É necessário realizar mais pesquisa e mais testes com substâncias de inibidoras de JAK especialmente desenhadas para o couro cabeludo, para determinar se podem realmente induzir o crescimento do cabelo em humanos,” reconheceu Angela Christiano, uma das autoras do estudo, em declarações ao Science Daily.
Fonte:Observador
21 de maio de 2015
Podem ajudar ??
Ola sei que o que vos vou pedir nada tem a ver com a minha doença!
quero ajuda para o meu gato ganhar este passatempo ..obrigado
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11 de maio de 2015
7 de maio de 2015
ajudem a participa r
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