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10 de abril de 2014

Resposta a alguns pedidos

Ola eu tenho estado melhor,a nivel de dores esta tudo mais ou menos controlado,obvio que continuo com cortisona,anti depressivos e outros :(
quando me perguntam o que podem fazer, o que aconselho e que tenham um optimo reumatologista,o meu graças a deus é excelente Adoro-o devo a ele tudo :) Obrigado Dr Jorge ♥´
normalmente as dores aliviam muito com cortisona,e tramal..sim eu tomo os 2 em SOS o tramal.
para mais questoes deixem um coment e vou tentando responder a todos :)
http://videos.sapo.pt/ocl9M3mZojuzn5f2ny13


A trocanterite pode afectar qualquer pessoa, embora seja mais comum nas mulheres e nas pessoas de meia-idade ou mais idosas e afecta as mulheres cerca de quatro vezes mais do que os homens
A Trocanterite é também uma das lesões receorrentes na corrida. É um síndrome doloroso ao nível do grande trocanter, com dor localizada na face externa da anca, normalmente com irradiação pelo membro inferior, razão pela qual pode confundir-se com uma dor ciática. Este quadro é também conhecido como bursite trocantérica ou síndrome doloroso do grande trocanter.
O grande trocanter é uma saliência localizada na porção superior do fémur onde se inserem músculos essenciais para o funcionamento da articulação da anca. Este grande trocanter apresenta uma bursa (estrutura gelatinosa em forma de saco que contém um fluido), que funciona como almofada entre os ossos e os tecidos vizinhos (tendões, músculos) reduzindo a fricção que ocorre entre os músculos e os ossos quando os músculos se contraem, que pode sofrer inflamação, originado este quadro.
A trocanterite pode resultar de outras causas que não a inflamação da bursa trocantérica. Pode ter origem nos tendões ou músculos vizinhos (médio e pequeno glúteo, entre outros) e pode ter causas muito diversas, sendo a mais frequente a sobrecarga mecânica.
A trocanterite pode afectar qualquer pessoa, embora seja mais comum nas mulheres e nas pessoas de meia-idade ou mais idosas e afecta as mulheres cerca de quatro vezes mais do que os homens.
Os factores de risco mais comuns são as lesões por excesso de uso com movimentos repetitivos, como correr, subir escadas, andar de bicicleta ou estar de pé longos períodos de tempo, excesso de peso ou falta de condição física em geral. No que se refere a actividades desportivas, a corrida é o que mais associa a este quadro, sobretudo quando se introduzem novos esquemas de exercício. Uma queda sobre a anca, bater com a anca contra uma superfície saliente ou permanecer deitado muito tempo sobre um dos lados do corpo podem também causar trocanterites.
Outras condições podem levar a esta situação como as lesões da coluna (escoliose, artrite da coluna lombar), uma assimetria no comprimento entre as duas pernas, a artrite reumatóide, a fibromialgia cirurgias anteriores (prótese da anca), esporões ósseos ou depósitos de cálcio que se formam dentro dos tendões que se inserem no grande trocanter são outras possíveis causas de trocanterite.
Os sintomas mais comuns são a dor a nível da face externa da anca, descendo ao longo da coxa. Nas fases iniciais, a dor é mais aguda, localizada e intensa e, posteriormente, torna-se mais difusa. A dor da trocanterite acentua-se com o movimento e quando se exerce pressão sobre a anca.
Esta dor tende a piorar durante a noite, quando se deita sobre a anca afectada, e quando se tenta levantar de uma cadeira depois de ter estado sentado algum tempo. Pode ainda piorar após caminhadas longas ou após a subida de escadas. Tende a aliviar com o repouso e gelo.
É realmente importante evitar as actividades que agravam os sintomas. O tratamento, consiste na alteração da actividade física, no uso de anti-inflamatórios não esteróides, gelo local e exercícios que permitam melhorar a condição dos músculos e tendões. A fisioterapia, com tratamentos locais também é muito eficaz.
Pode ser necessário complementar este tratamento com uma injecção na bursa de anestésico local e de um corticosteróide (infiltração). Se a primeira injecção não resultar, ela pode ser repetida uma ou duas vezes, com intervalo de algumas semanas.
A prevenção desta condição passa pela identificação dos comportamentos e actividades que aumentam a inflamação, de modo a que possam ser evitados. É essencial um aquecimento adequado principalmente dos músculos da coxa antes de se iniciar actividade física, manter a condição física, boa flexibilidade, controlar o peso e o uso de calçado adequado.
Caso sinta qualquer sintomatoligia semelhante, não hexite em contactar o seu Fisioterapeuta ou médico especialista.


.A pesquisadora Sandra Carrillo Vázquez,
 reumatóloga espanhola, publicou nesta semana um
 estudo que está chamando a atenção dos pacientes
 e familiares de pessoas com artrite reumatoide.
Segundo ela, algumas das terapias utilizadas para tratar 
a condição podem aumentar os níveis de glicose no sangue, 
"detonando ou criando propensão para desenvolver o diabetes".
artrite reumatoide é uma doença associada à inflamação
 das articulações que, apesar de ser irreversível, conta com 
várias terapias para alívio dos sintomas.
Existem, por exemplo, medicamentos anti-inflamatórios e analgésicos 
utilizados para controlar os sintomas da artrite que não são baseados 
em esteroides.
No entanto, alerta a pesquisadoraA pesquisadora Sandra Carrillo Vázquez,
 reumatóloga espanhola, publicou nesta semana um
 estudo que está chamando a atenção dos pacientes
 e familiares de pessoas com artrite reumatoide.
Segundo ela, algumas das terapias utilizadas para tratar 
a condição podem aumentar os níveis de glicose no sangue, 
"detonando ou criando propensão para desenvolver o diabetes".
A artrite reumatoide é uma doença associada à inflamação
 das articulações que, apesar de ser irreversível, conta com 
várias terapias para alívio dos sintomas.
Existem, por exemplo, medicamentos anti-inflamatórios e analgésicos 
utilizados para controlar os sintomas da artrite que não são baseados 
em esteroides.
No entanto, alerta a pesquisadora, também são utilizados 
medicamentos esteroides que podem gerar a chamada diabetes esteroidea.
Além disso, hormônios como a cortisona, se não forem 
adequadamente administrados ou administrados em doses muito
 elevadas, diz a médica, têm a capacidade de disparar os níveis 
de glicose no sangue.
Para evitar esse grave efeito colateral, a Dra. Vázquez recomenda
 que os pacientes com artrite reumatoide realizem um acompanhamento
 rigoroso dos níveis de glicose e consultem um reumatologista certificado.
Para pacientes adultos com artrite de moderada a grave, a reumatologista 
afirma que existem terapias orais à base de proteínas que podem ser utilizadas 
como monoterapia ou em combinação com outros medicamentos não-biológicos.
Um paciente com artrite reumatoide não tratada, ou inadequadamente
 tratada, tem uma expectativa de vida 10 anos inferior em relação a 
um paciente que faz um controle adequado da doença.
Por outro lado, a Dra. Vázquez alerta que o próprio diabetes, 
além da obesidade e do tabagismo, são fatores de risco para a artrite reumatoide,
 também são utilizados 
medicamentos esteroides que podem gerar a chamada diabetes esteroidea.
Além disso, hormônios como a cortisona, se não forem 
adequadamente administrados ou administrados em doses muito
 elevadas, diz a médica, têm a capacidade de disparar os níveis 
de glicose no sangue.
Para evitar esse grave efeito colateral, a Dra. Vázquez recomenda
 que os pacientes com artrite reumatoide realizem um acompanhamento
 rigoroso dos níveis de glicose e consultem um reumatologista certificado.
Para pacientes adultos com artrite de moderada a grave, a reumatologista 
afirma que existem terapias orais à base de proteínas que podem ser utilizadas 
como monoterapia ou em combinação com outros medicamentos não-biológicos.
Um paciente com artrite reumatoide não tratada, ou inadequadamente
 tratada, tem uma expectativa de vida 10 anos inferior em relação a 
um paciente que faz um controle adequado da doença.
Por outro lado, a Dra. Vázquez alerta que o próprio diabetes, 
além da obesidade e do tabagismo, são fatores de risco para a artrite reumatoide

26 de agosto de 2013

ausencia

Ola eu sei que tenho estado muito ausente,mas como sabem nem sempre temos vontade de escrever o que nos vai na alma :(
eu como tenho tendinites tenho de evitar ao maximo movimentos repetitivos :/ vou tentar actualizar

18 de fevereiro de 2012


Síndrome do Olho Seco atinge 10 a 20% da população

25/01/2012 - 08:50
A síndrome vulgarmente chamada de “olho seco”, é uma patologia inflamatória que atinge 10 a 20% da população adulta e, segundo a Sociedade Portuguesa de Oftalmologia (SPO), a sua incidência tem vindo a aumentar. Desconforto ocular, ardor, sensação de corpo estranho e olho vermelho são alguns dos sintomas de alerta para esta e outras formas de inflamação ocular, avança a sociedade, em comunicado de imprensa.

Segundo Ana Paula Sousa, coordenadora do Grupo de Inflamação Ocular da SPO, o “olho seco pode ser consequência da diminuição da produção de lágrima ou da deficiência de alguns dos seus componentes. Está relacionado com causas ambientais (poluição, ar condicionado), profissionais (uso excessivo de computador - insuficiente pestanejo), uso prolongado de lentes de contacto, com o processo natural de envelhecimento ou pode ser um efeito secundário de alguns medicamentos”.

A especialista refere que “é importante lembrar que esta síndrome pode ser manifestação de doenças sistémicas, particularmente as do foro imunológico (artrite reumatóide; lúpus eritematoso disseminado; Síndrome de Sjögren ou sarcoidose).” Já o tratamento, “ é sintomático: devem ser utilizadas substâncias lubrificantes, denominadas lágrimas artificiais”.

O “olho seco” é apenas uma das manifestações das inflamações que podem afectar as estruturas extra-oculares, em particular a superfície do olho. As situações mais frequentes ocorrem nas pálpebras – as blefarites, e na conjuntiva - as conjuntivites - que podem ser de origem alérgica ou infecciosa. Neste último caso é essencial prevenir o contágio, utilizando medidas de higiene, e tratar com antibióticos na forma de colírios ou pomadas.

Ana Paula Sousa afirma ainda que as inflamações podem surgir dentro do olho, estando associadas a doenças sistémicas, podendo ser a sua primeira manifestação. As origens possíveis são doenças infecciosas como a tuberculose, sífilis, toxoplasmose, a sida ou patologias auto-imunes como a espondilite anquilosante, a artrite reumatóide, o lúpus eritematoso disseminado, a esclerose múltipla.

A oftalmologista explica que os “processos inflamatórios intra-oculares são geralmente designados por uveíte ou inflamação da úvea. Os sintomas são geralmente baixa da visão, olho vermelho, dor ocular, fotofobia e “moscas volantes”. A sintomatologia e a gravidade do quadro clínico variam conforme a estrutura anatómica atingida, mas se não forem detectadas e tratadas precocemente, estas inflamações podem conduzir à cegueira”.

Os métodos de tratamento e diagnóstico destas patologias sofreram uma “verdadeira revolução, o que tem contribuído para um melhor prognóstico das inflamações intra-oculares”, conclui Ana Paula Sousa.

As inflamações dos olhos vão estar em debate no dia 28 de Janeiro, na reunião do Grupo Português de Inflamação Ocular, que se vai realizar no hotel H2O em Unhais da Serra. Manuela Carmona, presidente da SPO, explica que a actualização científica nesta área da oftalmologia é fundamental porque as inflamações, particularmente as que atingem as estruturas intra-oculares, “são situações oftalmológicas graves, que obrigam a uma avaliação médica interdisciplinar, numa tentativa de chegar a um diagnóstico e instituição de uma terapêutica correcta e atempada de modo a minorar os danos do globo ocular e preservar a visão”.
 


Dois em cada cinco adultos com artrite reumatoide são fisicamente inativos


Iniciativas para reverter este quadro precisam suprir a falta de motivação para se exercitar, bem como promover os benefícios da atividade física
 
Um novo estudo - The Public Health Impact of Risk Factors for Physical Inactivity in Adults with Rheumatoid Arthritis - publicado no Arthritis Care & Research descobriu que dois em cada cinco adultos com artrite reumatoide são inativos, ou seja, não praticam exercícios físicos. 
 
A artrite reumatoide é uma doença crônica autoimune caracterizada pela inflamação articular sistêmica, que pode danificar articulações, prejudicar a função motora e causar incapacidade significativa. “Até o início dos anos 80, os reumatologistas recomendavam medicação e descanso para os que eram diagnosticados com a doença. No entanto, as evidências médicas atuais sugerem que a prática regular e moderada de exercícios físicos pelos pacientes artríticos  mantém a flexibilidade das articulações, melhora o equilíbrio, fortalece os músculos e reduz as dores”, afirma o reumatologista Sérgio Bontempi Lanzotti, diretor do Iredo, Instituto de Reumatologia e Doenças Osteoarticulares.
 
Embora já existam muitas evidências dos benefícios da atividade física para o tratamento da artrite, os pacientes com a doença, geralmente, não são fisicamente ativos. E os médicos que atendem a estes pacientes, muitas vezes, são omissos diante deste quadro e não incentivam a atividade física regular de seus pacientes. 
 
Segundo o autor do estudo, Jungwha Lee, professor assistente do Departamento de Medicina Preventiva Medicina da Northwestern University Feinberg School of Medicine, em Chicago, Illinois, “sua pesquisa tem como objetivo ampliar a compreensão dos fatores de risco associados com a inatividade entre os adultos com artrite reumatoide, visando incentivar intervenções clínicas que promovam a participação do paciente em atividades físicas."
 
Para isto, Lee e sua equipe analisaram dados de 176 pacientes com artrite reumatoide, com 18 anos ou mais, inscritos num estudo randomizado para avaliar a eficácia da intervenção médica, visando promover a atividade física.  Os resultados revelaram que:
 
42% dos pacientes com artrite reumatoide eram inativos;
53% dos participantes do estudo disseram não ter motivação para realizar atividades físicas;
49% não tinham informações relevantes sobre os benefícios da atividade física. 
 
"A inatividade física entre os pacientes com artrite reumatoide é um problema de saúde pública. Os resultados da pesquisa sugerem que iniciativas para reverter este quadro precisam suprir a falta de motivação para se exercitar, bem como promover os benefícios da atividade física para reduzir a prevalência de inatividade em pacientes com artrite”, explica o reumatologista.